Aviso aos navegantes

Este blog é apenas uma voz que clama no deserto deste mundo dolorosamente atribulado; há outros e em muitos países. Sua mensagem é simples, porém sutil. É uma espécie de flecha literária lançada ao acaso, mas é guiada por mãos superiores às nossas. À você cabe saber separar o joio do trigo...

22 de março de 2014

Seu inimigo não está na Matrix

Você precisa entender o que quero dizer em não estar preocupado em ser seu amigo; onde há espaço para "ser amigo", há também espaço para "ser inimigo". Meu impulso é para, juntos, apenas ser no Ser que somos. Para isso, a grossa e bem defendida ilusão daquilo que somos, precisa ser "massacrada" e esse é um processo tão doloroso para a mente adquirida que, para dele fugir, ela sustentará infindáveis imagens de inimigos externos. Isso precisa ficar bem claro, caso contrário, todo processo corre o risco de um "aborto amigável".

Outsider


16 de março de 2014

Eu era cego e não sabia

Quando alguém perguntava a Buda como havia chegado ao estado não-mente, sempre dizia: "Quanto mais eu tentava chegar, mais me confundia. Não conseguia chegar. Assim, como posso dizer que cheguei? Quanto mais eu tentava, mais ficava envolvido — não conseguia chegar". A mente estava tentando transcender a si mesma, o que é impossível. É exatamente como tentar ser o pai de si mesmo, exatamente como tentar dar origem a si mesmo.

Assim Buda dizia: "Não posso dizer que cheguei. Posso dizer apenas que tentei tanto que estava aniquilado. Tentei tanto que qualquer esforço tornou-se absurdo. E um momento veio em que não estava tentando — em que a mente não estava, em que eu não estava pensando. Então, não havia nenhum futuro porque não havia nenhum passado." Ambos estão sempre juntos: o passado atrás e o futuro na frente. Estão sempre associados um ao outro: se um desaparece, o outro também desaparece instantaneamente. "Então, não havia nenhuma passado, nenhum futuro — nenhuma mente. Eu estava sem mente, estava sem eu. E algo aconteceu. Posso dizer apenas que isso sempre esteve acontecendo, mas eu não percebia. Não posso dizer que aconteceu nesse momento. Já estava acontecendo antes, só que eu estava fechado.

Assim, não posso dizer que alcancei alguma coisa. Só posso dizer que perdi algo: o ego, a mente. Não alcancei nada de modo algum. Agora, sei que tudo que alcancei sempre esteve presente. Sempre esteve em todos os lugares — em todas as pedras, em cada flor. Agora, reconheço que sempre foi assim. Antes, eu estava cego. Simplesmente perdi minha cegueira. Não obtive nada. Só perdi".

O S H O

Quando estou fraco então sou forte

4 de março de 2014

Não existe segurança psicológica


A revolução tem que ser da pele para dentro


Expectativas criadas pelos condicionamentos


Observando a falência dos sistemas de crença

Abrindo mão do joguinho social


O processo de insatisfação com palavras e conceitos


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