Aviso aos navegantes

Este blog é apenas uma voz que clama no deserto deste mundo dolorosamente atribulado; há outros e em muitos países. Sua mensagem é simples, porém sutil. É uma espécie de flecha literária lançada ao acaso, mas é guiada por mãos superiores às nossas. À você cabe saber separar o joio do trigo...

31 de dezembro de 2015

O sincero desejo pela Verdade de si mesmo

Libertando-se dos debates da pessoalidade

Sobre o desdobramento da consciência

Vivendo no século da imagem sem entrar em controvérsia

Sobre a paixão pela descoberta da Verdade

Imunizando-se dos símbolos colonizadores

O mundo está quadrado e ninguém reparou

Em busca da natureza real da realidade

28 de dezembro de 2015

A resistência da mente adquirida com abordagens espirituais

Perceba o grupo de se prender a um grupo

Sobre controle, destino, livre arbítrio e tempo espaço

A vivência religiosa é um marco zero na bagagem do conhecido

Da importância do fundo de poço do intelecto

A vivência de uma dimensão vibratória sutil

A sabedoria oculta além da ioga e as tentações do deserto

A energia corre para onde quer até precisar de nós

Um paradigma dentro de um paradigma, dentro de um paradigma

22 de dezembro de 2015

Com quantos pobres se faz um rico?

Observando o Condicionamento Alimentar

É preciso reaprender a ler os símbolos

É no terror do vazio que a Luz se manifesta

Sobre o Divino Estado Criador

Questionando a eficácia do Paradigma Holotrópico

7 de dezembro de 2015

Uma breve visão arquetípica do filme A TRAVESSIA

Uma breve visão arquetípica


27 de novembro de 2015

Na experiência religiosa não existe eu e Deus

A mente adquirida se alimenta de mimimi bichoso

Nos momentos de crise ocorrem os saltos quânticos

Da crise de identidade à consciência que somos

A bem aventurada crise de identidade

A vivência do vazio de identificação

Sem o colapso do mental e do emocional, o oculto não se manifesta

Sem base emocional, dá se o efeito dominó

Sem base emocional, a casa cai

15 de setembro de 2015

Sobre a ilusão de controle do tédio e do pensamento

Breve relato de uma experiência de pico

O encontro da real família

Embriagado com O Que É

Tudo É o presente instante

A revelação de uma dimensão sem linguagem

O Universo é Silêncio

O insight da segunda vinda do Cristo

Tornando se um inimigo do status quo

Quem está pronto para ver sua realidade?

11 de setembro de 2015

Acidez nossa de cada dia

Acidez: essa é a realidade de quem está sob os domínios da mente adquirida. Não tem mais nada para dar, pois a visão está centrada no ego livresco e não num coração integrado. Não é uma visão cujo único espírito é o de esclarecer e integrar, mas sim, de atacar e chocar. A mente adquirida nunca saberá o que é amor e compaixão, visto que ela só sabe causar, só quer polemizar. Esse é o seu modo de dizer: "Olhem pra mim, eu existo! Vejam como sou inteligente... Me aplaudam, me reverenciem... Tenham medo de mim!"

Nesse tipo de olhar, nunca teremos uma revolução, apenas o aumento de confusão e divisão. Isso é bem natural enquanto estamos na infância espiritual; é uma espécie de birra infantil; é uma forma de dizer: "não brinco mais... estou de mal". É  pura vaidade intelectual.

Esse olhar ocorre porque, de fato, SOMOS TRISTES; em nossa arrogância tentamos esconder dos outros — e de nós mesmos — nossa triste realidade interna.

Quando rimos, nosso riso é de desespero; nosso riso é de solidão. É um riso que sabe que não dá mais para viver aquilo, mas que também desconhece AQUILO  que está para além daquilo. Nesse confuso labirinto, somos o sujo falando dos maltrapilhos. São apenas dois lados da mesma moeda, cujo sistema econômico defendido é O EGO.

Quando sob o domínio da mente adquirida, mantemos um riso amarelo que não tem a clareza do AMOR. Nosso riso é um riso de medo; medo de que saibam o que fomos ontem, o que somos hoje e o medo do que seremos amanhã.

Quando na mente adquirida, desconhecemos o amor, só temos apego, dependência e interesse.

Outsider

28 de agosto de 2015

Observando os desdobramentos da mente

A codependência de identificação

Sobre o condicionamento da identificação

Um olhar sobre o processo de desconstrução

Onde não há sintonia reverbera distorção

A mente adquirida é vagabunda e serpentina

Vendo lucro onde a mente vê prejuízo

A mente se alimenta da dor física

26 de agosto de 2015

Sobre o condicionamento quanto a Verdade

Sobre a busca da ação correta

Você quer a Verdade ou quer um relacionamento?

A observação é o nosso grande professor

A mente impede o olhar radical

Por que temos medo de ser radicais?

Você está pronto para ser radical?

Sobre o masoquismo prazeroso da mente adquirida

Por que são muitos os que fogem do paradigma?

18 de agosto de 2015

Sobre o que não é simplicidade

Pergunta: Que é simplicidade? Significa ver muito claramente as coisas essenciais e abandonar todas as outras? 

Krishnamurti: Vejamos o que a simplicidade não é. Não digais que isso é negação. Nada se pode dizer de maneira positiva, que é uma maneira imatura e irrefletida de nos expressarmos. Os que os fazem são exploradores, porque têm algo para dar-vos, algo que desejais e que lhes serve de meio de explorar-vos. Não estamos fazendo nada disso. Estamos tentando descobrir a verdade a respeito da simplicidade. Consequentemente, tendes de rejeitar umas tantas coisas e observar. O homem que muito possui teme a revolução interior e exterior. Averiguemos, pois, o que não é simplicidade. A mente complicada, não é simples, é? A mente engenhosa não é simples; a mente que tem um fim em vista e trabalha pela consecução do mesmo, como recompensa, como punição, não é uma mente simples, é? Senhores, não concordeis comigo. Não se trata de concordar. Trata-se de nossa vida. A mente que está pejada de saber, não é uma mente simples; a mente paralisada pela crença, não é uma mente simples, é? Pensamos, porém, que vida simples é possuir só uma tanga, ou talvez duas; queremos a ostentação externa da simplicidade, e facilmente nos iludimos com ela. Eis porque o homem muito rico venera o homem que renuncia. 

Que é simplicidade? Pode a simplicidade consistir em rejeitar as coisas não essenciais e visar as coisas essenciais — o que implica escolha? Notai bem: não é isso escolha, não significa escolher? Escolho as coisas essenciais e rejeito as não-essenciais. Em que consiste esse processo de escolha? Pensai profundamente. Qual é a entidade que escolhe? A mente, não é verdade? Não importa como a chameis. Dizeis: "Escolherei esta coisa essencial". Como sabeis o que é essencial? Isso significa, ou que tendes um padrão estabelecido por outras pessoas, ou a vossa própria experiência vos indica o que é essencial. Podeis confiar na vossa experiência? Porque, quando escolheis, a vossa escolha está baseada no desejo; o que chamais essencial é aquilo que vos dá satisfação. E voltais, assim, ao mesmo processo, não é verdade? Pode a mente confusa escolher? Se ela escolhe, a sua escolha será também confusa. 

Por conseguinte, a escolha entre essencial e não-essencial não é simplicidade. É conflito. A mente que está em conflito, em confusão, nunca pode ser simples. Assim, quando rejeitardes, quando perceberdes todas as coisas falsas e todos os artifícios da mente, observando-os, examinando-os, sabereis, então, o que é simplicidade. A mente que está vinculada plea crença, nunca é uma mente simples. A mente sobrecarregada de saber não é simples. A mente que se distrai com Deus, com mulheres e música, não é uma mente simples. A mente aprisionada na rotina da profissão, dos ritos, dos mantras, não é simples. Simplicidade é ação sem ideia, coisa raríssima, que significa criação. Enquanto não há criação, somos centros de malefícios, sofrimento e destruição. A simplicidade não é coisa que se possa cultivar e experimentar. A simplicidade, tal como uma flor que desabrocha, surge no momento exato em que cada um de nós compreende todo o processo da existência e das relações. Porque não costumamos pensar nela, porque não costumamos observá-la, não sabemos o que ela é. Apreciamos de certa maneira todas as formas exteriores da simplicidade: raspar a cabeça, vestir-se ou despir-se de certa maneira. Essas coisas não são simplicidade. Não se acha a simplicidade. A simplicidade não está entre o que é essencial e o que não é essencial. Ela nasce quando não há "eu", quando o "eu" não está envolvido em especulações, conclusões, crenças, ideações. Só a mente assim pode achar a verdade. Só essa mente pode receber o que é imensurável, aquilo que se não pode dar nome. Isso é que é simplicidade.

Krishnamurti em, Quando o pensamento cessa

14 de agosto de 2015

Caminho espiritual

Não importa qual caminho espiritual você escolheu ou quais ensinamentos você seguiu, eles devem te guiar de volta ao não-caminho e o não-ensinamento. Um ensinamento verdadeiro é como uma chama ardente que consome a si mesma. O ensinamento não deve apenas consumir você, mas consumir a si mesmo também. Tudo deve ser queimado, e depois as cinzas também devem desaparecer. Só então o Verdadeiro pode ser descoberto.

Adyashanti
The Impact of Awakening

Qual é a diferença entre a mente e o Ser?

Q: Qual é a diferença entre a mente e o Ser?

A: Não existe diferença. A mente voltada para dentro é o Ser; voltada para fora, torna-se o ego e o mundo inteiro.

Algodão transformado em diversas roupas nós chamamos por diversos nomes. Ouro transformado em diversos ornamentos, nós chamamos por diversos nomes. Mas todas as roupas são de algodão e todo os ornamentos de ouro. A Unidade é real, os muitos são meros nomes e formas.

Mas a mente não existe separada do Ser, isto é, ela não tem existência independente. O Ser existe sem a mente, nunca a mente sem o Ser.[...]

Conhecer o Ser é ser o Ser pois Ele é não-dual.

17 de junho de 2015

A mente adquirida finge buscar por ajuda


No meio do desabafo tem um Deus sendo abafado


A importância do reverberar presencial


O processo é solitário mas não sozinho


O condicionamento de ser uma pessoa


O retorno para a natureza original


O despertar do sexto sentido


4 de junho de 2015

O bem estar espiritual não está na profissão

Não é fácil quebrar a identificação com a normose

A saturação com a mente adquirida é que nos move

A necessidade de aceitação é o combustível da normose

A importância do questionamento das crenças

A dependência de aceitação e notoriedade social

30 de abril de 2015

21 de abril de 2015

A personalidade não entende a linguagem do ser

O impulso inicial do observador ácido

Sobre as iniciais oscilações emocionais

Observando o peso do pensamento

O Paradigma Holotrópico encurrala o velho mundo

Não tem autoconhecimento express

Falando sobre espontaniedade