Aviso aos navegantes

Este blog é apenas uma voz que clama no deserto deste mundo dolorosamente atribulado; há outros e em muitos países. Sua mensagem é simples, porém sutil. É uma espécie de flecha literária lançada ao acaso, mas é guiada por mãos superiores às nossas. À você cabe saber separar o joio do trigo...

22 de novembro de 2014

Sobre a questão energética vibracional


Medo é lapso de presença


Sobre as saídas do estado de presença



1. Mudança no padrão de sono: Perturbações durante o sono, pés quentes, acordar duas ou três vezes durante a noite. Sentir-se cansado e com sono depois de acordar. Adormecer e acordar durante o dia. O Padrão de 3 Sonos, que acontece freqüentemente a muitas pessoas caracteriza-se por: dormir cerca de 2-3 horas, acordar, voltar a adormecer mais 2-3 horas, acordar de novo, voltar a adormecer mais 2-3 horas. Outras pessoas viram alterar-se as suas necessidades de sono, passando a dormir menos. Ultimamente, algumas pessoas sentem enormes ondas energéticas percorrendo o seu corpo a partir do coronário (centro energético no alto da cabeça). Estas ondas podem afetar o sono.

Visite: pensarcompulsivo.blogspot.com.br

Demolindo as velhas estruturas da mente adquirida


31 de outubro de 2014

Os quatro lados da pirâmide do Paradigma Holotrópico

Decifra-me ou te devoro!

 Fase do desenvolvimento da pensamentose



 Fase do choque psíquico

 Fase do restabelecimento

Manifestação da verdadeira liberdade do espírito humano

Uma luz no buraco negro da euforia dos padrões obsessivos compulsivos

Agregarmo-nos a uma comunidade espiritual ou terapêutica não significa necessariamente que teremos de dedicar nossa vida a isso. Porém, se você encontra um mestre espiritual ou um terapeuta eficiente e descobre que ele está comprometido com determinado grupo, considere a hipótese de passar algum tempo com esse grupo.(...) É essencial que o grupo esteja informado sobre as experiências que você está tendo e que queira apoiá-lo e trabalhar com você, se necessário. Nesse ambiente há, mais provavelmente, aqueles que tiveram as mesmas experiências que você está tendo e podem ajudar a dar-lhe uma orientação. Esses também são lugares para se aprender os meios... que ajudarão a facilitar e a completar suas experiências.

(...) Um grupo de pessoas que passou por emergências espirituais poderia oferecer uma ajuda tremendamente significativa a alguém que estivesse no meio de um período crítico... Esses grupos são formados por pessoas leigas em diferentes fases da jornada interior e que compartilham de experiências e interpretações comuns. Para uma pessoa em crise, esses grupos fazem uma reunião para discutir problemas e sentimentos e promovem a empatia e a compreensão. Também podem ajudar você a desenvolver um senso de como e com quem falar sobre suas experiências. Há uma boa chance de que se sinta imensamente aliviado por estar na companhia de outras pessoas que o entendam a fundo e o ouçam sem censuras. Com elas, você poderá alcançar o sentido de comunidade e perder algumas das sensações de solidão e isolamento que poderiam levá-lo a acreditar que você seria a única pessoa que poderia ter esse tipo de experiências.

(...) Em geral, as pessoas saem da crise de transformação com a sensação de que o próximo passo é ajudar os que podem estar desnorteados, oprimidos, com medo, excitados e confusos, exatamente como eram antes. Se passaram pelos altos e baixos do seu próprio processo de emergência, adquiriram o ÚNICO TREINAMENTO EXPERIENCIAL que pode ser EXTREMAMENTE VÁLIDO na assistência a outra pessoas. Isso não significa expor suas revelações, introspecções ou ideologias de um modo messiânico, mas simplesmente ouvir e falar sobre a sua própria jornada sem exigir que outras pessoas reajam de maneira específica.

Uma experiência anterior também lhes possibilita apoiar facilmente o PROCESSO de uma ou outra pessoa em todo o seu drama e complexidade, já que conhecem esses territórios de " trás pra frente". Por terem estado lá, não fazem julgamentos nem se sentem superiores. Tendo vivenciado sua própria cura, têm confiança no POTENCIAL POSITIVO da situação. Esse conhecimento é muito diferente daquele obtido através das leituras a respeito dessas experiências; trata-se de uma sabedoria adquirida pela vivência. Assim como os viciados em drogas e alcoólatras recuperados que continuam a participar do seu próprio crescimento são alguns dos auxiliares mais eficientes no tratamento de outras pessoas com esses problemas, os que passaram por emergências espirituais e têm se integrado às experiências com sucesso são muito eficientes quando trabalham com os que estão na mesma jornada.

Stanislav Grof em, A tempestuosa busca do ser

23 de outubro de 2014

Sobre a resistência familiar ao processo de autoconhecimento


Observando o apego parental


O escravo moderno justifica sua escravidão


O ajustamento impede a visão da vida com coração


Sobre o impulso inicial de abandonar o paradigma


O coração é uma terra que ninguém anda


Sobre o constante medo de recaída emocional


A mente adquirida é fonte de constante desnível emocional


A mente adquirida nos transforma em mendigos emocionais


A verdadeira vocação é a busca do real


Caindo na real da irrealidade da Matrix


14 de outubro de 2014

A mente não suporta estar sem ocupação


Quem dera que o mais simples fosse o mais importante

Vivemos por um passado carimbado


Uma janela aberta para o interior de si mesmo


A sociedade não aceita você se recolher da euforia social


Saindo da caverna do condicionamento social

O coração é a coisa mais perigosa do mundo. Toda cultura, toda civilização e toda pretensa religião separam a criança do seu coração. Ele é uma coisa muito perigosa. Tudo que é perigoso vem do coração. A mente é mais segura, e com a mente você sabe onde está. Com o coração, ninguém sabe onde está. Com a mente, tudo é calculado, mapeado, medido. E você pode sentir a multidão sempre com você, à sua frente e atrás de você. Muitos estão se movendo nela; é uma auto-estrada — concreta, sólida e que lhe dá uma sensação de segurança. Com o coração você está só, ninguém está com você. O medo o pega, o possui, toma conta de você. Para onde você está indo? Agora você não sabe mais, porque quando você se move numa estrada com a multidão, você sabe onde vai porque pensa que a multidão. — OSHO

É verdade o que temos por verdade?

A verdade emprestada mata a beleza da inocência


Observando os impulsos emocionais


Sem autoconhecimento a vida é sofrimento inconsciente

4 de setembro de 2014

O que se tem por amor é um acordo feito de mentiras

Amamos com nossas mentes e não com nossos corações

O "eu" nunca pode saber o que é o amor

Percebendo o observador ácido em ação

Percebendo os padrões de conceitos da mente adquirida

Pode haver amor onde existe expectativa?

Algumas traves de tropeço no autoconhecimento

A concentração é um processo de estreitamento do pensar

Sobre a busca de consolo nas coisas espirituais

É amor isso que chamamos de amor?

Seja simplesmente uma testemunha

Quando eu digo que meditação não é nada além de ausência de pensamentos, você pode me entender erroneamente. Você não tem de fazer nada para ficar sem pensamentos, porque o que quer que você faça será novamente um pensamento.Você tem que aprender a ver a procissão de pensamentos, ficando do lado da estrada, como se não fosse do seu interesse o que está passando por ali. Simplesmente o tráfego ordinário - se você puder tomar seus pensamentos de um modo que eles não sejam de muito interesse, então, facilmente, lentamente, a caravana de pensamentos que tem existido continuamente por milhares de anos desaparece.

Você tem que compreender uma coisa simples: que dar atenção é dar nutrição. Se você não der nenhuma atenção e permanecer indiferente, os pensamentos começam a morrer por conta própria. Eles não têm nenhum outro modo para conseguir energia, nenhuma outra fonte de vida. Você é a energia que eles têm. E como você continua lhes dando atenção, seriamente, você pensa que é muito difícil se livrar dos pensamentos. É a coisa mais fácil do mundo, mas tem de ser feito da maneira certa.

A maneira certa é ficar do lado. O tráfego vai passando - deixe-o passar. Não faça nenhum julgamento de bom e mau; não aprecie, não condene. Está tudo certo.

Sem forçar... e isso é algo que tem de ser lembrado, porque nossa tendência natural é forçar - se é para ficarmos sem pensamentos, por que não forçar os pensamentos? Por que não joga-los fora? Mas através do simples ato de forçá-los, você está lhes dando energia, está lhes dando nutrição, está lhes dando atenção e os está tornando importantes - tão importantes que sem jogá-los para fora, você não pode meditar.

Tente jogar fora um pensamento, e você verá como fica difícil. Quanto mais você o empurra para fora, mais ele volta com força! Ele adorará o jogo e você será derrotado no final. Você tomou a rota errada.

(...)

Você não pode reprimir nenhum pensamento. O próprio processo repressivo dá energia, vida, força a ele. E o enfraquece, porque você se torna o parceiro derrotado no jogo. A coisa mais fácil é não forçar, mas ser simplesmente uma testemunha.

(...)

Nunca force nenhum pensamento a ir embora, senão ele voltará com uma energia muito maior. E a energia é sua! Você está numa trilha de auto-fracasso. Quanto mais você o empurra para fora, com mais força ele volta.

(…)

Apenas permaneça em silêncio observando todos os tipos de coisas e deixe-as passar. Logo você encontrará a estrada vazia. E quando você encontrar a estrada vazia, você encontrou a mente vazia - naturalmente.

(...)

Quando você está no estado de não-mente, que equivale a ausência de pensamentos ... quando não há nenhuma nuvem de pensamento passando em sua mente, você atinge à claridade do estado de não-mente.

A mente é simplesmente uma combinação de todos os pensamentos, de todas as nuvens. A mente não tem nenhuma natureza independente própria. Quando todos os pensamentos forem embora e o céu estiver limpo e claro, você verá que tudo aquilo para o qual você deu tanta atenção não é nada mais do que vazio. Seus pensamentos eram todos vazios. Eles não continham nada, eles eram vazios.

Tudo o que você pensava que eles tinham era sua própria energia. Você retirou sua energia - o casco vazio do pensamento desaparece. Você retirou a identidade que você tinha com ele e, imediatamente, o pensamento não está mais vivo. Era a sua identificação que estava dando força de vida a ele.

E estranhamente você pensava que seus pensamentos eram muito fortes e era muito difícil livrar-se deles! Você os estava lhes dando força, estava cultivando-os.

(...)

Você pode simplesmente sentar-se ou se deitar e deixar os pensamentos passarem. Eles não deixarão nenhum rastro. Simplesmente não fique interessado... nem fique desinteressado tampouco. Simplesmente fique neutro. E ficar neutro é trazer de volta a própria força de vida que você tem dado a seus pensamentos.

OSHO, The Buddha: The Emptiness of the Heart, # 1

1 de setembro de 2014

forças armadas, psicologia do inconsciente e democracia


Sobre o mórbido prazer da masturbação mental


Nunca substime o poder da negação


Com a mente adquirida, não existe meia rendição


A mente adquirida não suporta ser contrariada


A mente adquirida mina a energia vital


29 de agosto de 2014

Sobre a espera em Deus

Me parece um tanto preguiçosa essa crença num Deus que nos fará homens e mulheres melhores; se existe um Deus, já nos fez a sua imagem e perfeição e, toda forma de adulteração — se Ele é mesmo um Deus —, não partiu de sua ação. Cabe ao adulto adulterado, perceber a adulteração causada em si mesmo, bem como a adulteração que criou em seu ambiente e fazer as devidas reparações. O mundo já está bem complicado, de tanto os homens esperarem pela ação reparadora do Deus de sua escolha; inclusive, essa escolha e defesa de um modelo específico de Deus é que tem criado enorme (se não for a maior) adulteração humana. Deus não pode ser responsabilizado pelo mau uso da capacidade mental e das qualidades do coração com as quais capacitou ao homem.

Outsider

27 de agosto de 2014

Vendo Kit Guru

Vendo Kit Guru:

- 3 Calças de algodão crú
- 3 batas indianas
- 3 camisetas com estampas indianas
- 1 porta retrato triplo para colocar as fotos dos principais gurus que certificam sua linhagem.
- 1 quadro de 1,5m x 1,5m com a opção de fotos de Ramana Mararishi, Osho ou papaji, para colocar ao fundo dos satsangs
- 1 Estatueta de Buda
- 1 Símbolo On esculpido em madeira
- 1 Estatueta de Shiva enferrujada
- 5 DVD com coletâneas de musicas Zen
- 1 apostila com o curso "Como influenciar pessoas que não pensam", onde você terá acesso aos 100 melhores clichês utilizados pelos mais renomados gurus da atualidade.
- 1 Apostila com fotos das melhores posições e gestos a serem feitos com as mãos, para que seus vídeos no Youtube fiquem mais impactantes.
- 1 lista de e-mails atualizada com mais de 3000 contatos de pessoas confusas
- 1 Certificado emitido pelo Indian Embrumeishan Center

PS - 1 mandala canalizada para os 5 primeiros contatos + 50% de desconto para o módulo de pós graduação onde você aprenderá como, após sua morte, continuar enviando mensagens canalizadas.

* Temos turbantes de várias cores, formatos e tamanhos.

Interesseiros assumidos entrar em contato com nosso SACSANG - Sistema de atendimento ao novo Guru

Outsider

1 de agosto de 2014

Seja um observador passivo

Esvazie sua mente e não pense em nada.

Como você fará para esvaziar a mente? Quando os pensamentos vierem, observe. A observação tem de ser feita com uma precaução: deve ser passiva, e não ativa. Há mecanismos sutis que você deve compreender, senão poderá falhar em algum ponto. E, se você falhar numa pequena coisa, tudo mudará de qualidade. Observe: observe passivamente, não ativamente. 

(...) Se você estiver demasiado inquieto e demasiado ativo, você não chegará... ao meu silêncio. Seja passivo como quando você se senta à margem de um rio, enquanto ele flui; simplesmente observe. Não há aflição, não há urgência, não há emergência. Ninguém está lhe forçando. Mesmo que você deixe passar, nada estará perdido. Você, simplesmente, observa, apenas olha. Mesmo a palavra observa não é boa, porque traz, em si, um elemento de atividade. Você, simplesmente, olha e nada tem a fazer. Sente-se, simplesmente, à margem do rio, olhe enquanto o rio flui. Ou olhe para o céu enquanto as nuvens flutuam; olhe passivamente. 

É muito, mas muito essencial que essa passividade seja compreendida, porque a sua obsessão pela atividade pode tornar-se inquietação, pode fazer-se uma espera ativa e, então, pode colocar tudo a perder. A atividade pode tornar a entrar pela porta dos fundos. Seja um observador passivo. 

Esvazie sua mente e não pense em nada.

A passividade esvaziará automaticamente sua mente. Ondulações de atividade, ondulações de energia mental se aquietarão, aos poucos, e toda a superfície da sua consciência ficará sem ondas, sem qualquer ondulação. Tornar-se-á um espelho silencioso. 

Como um bambu oco, repousa bem seu corpo. 

(...) Um bambu é completamente oco por dentro. Quando você repousa, procure sentir-se como um bambu: completamente oco e vazio por dentro. E é realmente assim: seu corpo é tal e qual um bambu, oco por dentro. Sua pele, seus ossos, seu sangue, fazem parte do bambu mas dentro há espaço, esvaziamento. 

Quando você está sentado, a boca inteiramente silenciosa, inativa, a língua tocando o palato e silente, sem fremir com pensamentos, a mente observando passivamente, sem esperar por coisa alguma em particular, sente-se como um bambu oco — e, subitamente, infinita energia começa a derramar-se dentro de você; você fica repleto do Desconhecido, do misterioso, do Divino. 

Um bambu oco torna-se uma flauta e o Divino começa a tocar com ela.

Desde que você esteja vazio não haverá barreiras para o Divino entrar em você.

Tente isso: é uma das mais belas meditações — a meditação de se tornar um bambu oco. Você não precisa fazer nada. Você simplesmente se transforma — e tudo o mais acontece. Subitamente, você sente que algo desce para o seu espaço vazio. Você é como um útero e nova vida está entrando em você; uma semente está caindo. E chega o momento em que o bambu desaparece completamente. 

O S H O — Tantra: a Suprema Compreensão

O apoio dos filmes no difícil início da observação de si mesmo


30 de julho de 2014

O que entendemos por iluminação?

Há uma qualidade totalmente diferente de ser, que vem com o não-pensamento: nem bom, nem mau, simplesmente um estado de não-pensamento. Você simplesmente observa, você simplesmente permanece consciente, mas não pensa. E, se algum pensamento surgir... SURGIRÁ, porque os pensamentos NÃO SÃO SEUS, estão flutuando no ar. Em derredor, há uma esfera-de-percepção, uma esfera-de-pensamento. Como existe o ar, existe o pensamento em torno de você, e ele vai penetrando por sua própria vontade. Só deixará de fazer isso, assim que você se tornar mais receptivo. Se você se tornar mais e mais receptivo, o pensamento simplesmente desaparece, desfaz-se, porque a percepção é uma energia maior que o pensamento. 

A percepção é como fogo para o pensamento. É algo como quando uma lâmpada é acesa, em sua casa, e a escuridão não pode entrar. Você apaga a luz e, num momento, a escuridão penetra — vem de toda parte, sem a menor demora. Se há uma luz acesa na casa, a escuridão não pode entrar. Os pensamentos são como a escuridão: só entram, se não houver luz lá dentro. A percepção é o fogo: você se torna mais receptivo e os pensamentos entrarão cada vez menos. 

Se você se tornar REALMENTE INTEGRADO com a sua percepção, os pensamentos não penetrarão absolutamente em você: você se tornará uma fortaleza inexpugnável, nada é capaz de penetrá-la. NÃO porque você a tenha fechado, lembre-se, você está inteiramente aberto. Apenas a própria energia da percepção é que tornou-se sua fortaleza. E, se os pensamentos não podem entrar, virão e passarão ao seu lado. Você verá que eles surgem, mas, simplesmente, no momento em que se aproximarem de você, se desviarão. Então você pode ir a qualquer lugar, então você pode ir para o próprio inferno — nada poderá lhe afetar. Isso é o que entendemos por iluminação. 

O S H O — Tantra: a Suprema Compreensão

Qual é a questão central da nossa vida



25 de julho de 2014

Filme: O Teorema Zero


Quem conhece a carreira do diretor Terry Gilliam sabe que o diretor tem uma queda por tramas complexas e cheias de simbolismos. Seu filme "Brazil" é o ápice deste interesse pessoal, ao retratar um Estado totalitário e burocrata, mas é possível também notá-lo em filmes como Os 12 Macacos e Medo e Delírio. O Teorema Zero, seu novo trabalho, talvez seja o filme mais parecido com Brazil, seja pela apresentação de uma realidade distorcida ou pela profundidade do tema abordado. Desta vez, Gilliam quer encontrar nada mais nada menos do que o sentido da vida.

Qohen Leth (Christoph Waltz) , um habilidoso hacker de computador vive em uma constante crise existencial. Ele é instruído por uma empresa fantasma chamada “Management”, para resolver o enigma do “Teorema Zero”, uma fórmula matemática que determinará a razão da existência dos homens e se a vida possui algum sentido. Obcecado por essa missão, ele encontra obstáculos que interrompem seu trabalho. Qohen espera por um telefonema que contém todas as respostas que ele procura.

Esta semana, a comunidade de Amigos do AdoroCinema avaliou a ficção científica O Teorema Zero, dirigida por Terry Gilliam (Os 12 Macacos, Brazil, o Filme). Os blogueiros aprovaram a atuação de Christoph Waltz no papel de um gênio da matemática, tentando desvendar um importante teorema sobre o sentido da vida, e afirmaram que a história faz uma crítica mordaz à religião e à sociedade contemporânea.


18 de julho de 2014

O valor está no que você aprende, e não no que memoriza.

O comportamento humano, com todas as suas contradições, com suas fragmentações, é o resultado do pensamento. E se pretendemos uma mudança radical no comportamento humano — não na superfície, nos limites externos da nossa existência, mas no verdadeiro âmago do nosso ser — precisamo então examinar a questão do pensamento. VOCÊ precisa ver isso, não eu. Você precisa ver a verdade disto: o pensamento precisa ser compreendido; é preciso saber tudo a respeito dele. Isso precisa ser de enorme importância para você, e não apenas porque o orador o afirma. O orador não tem valor nenhum. O valor está no que você aprende, e não no que memoriza. Limitando-se a repetir o que o orador diz, seja aceitando ou negando, você não está penetrando a fundo no problema. Porém, se você quer mesmo resolver o problema humano de como viver em paz, com amor, sem medo, sem violência, precisa compreender isto profundamente.

mas como se pode aprender o que é libertação? Não a libertação da opressão, a libertação do medo, a libertação de todas as pequeninas coisas que nos preocupam, mas a libertação da verdadeira causa do medo, da verdadeira causa do antagonismo, da verdadeira raiz do nosso ser, na qual existe uma aterradora contradição, uma assustadora busca do prazer, e todos os deuses que criamos, com todas as igrejas e sacerdotes — você conhece toda a história. Assim, acredito, é preciso que cada um pergunte a si mesmo se quer se libertar na superfície ou no verdadeiro âmago do seu ser. E se você quer aprender o que é libertação na verdadeira fonte de toda a existência, você então precisa estudar o pensamento. Se a questão ficou esclarecida — não em termos de explicação verbal, não a ideia que você forma a partir da explicação — mas se você sente a verdadeira necessidade, então poderemos caminhar juntos. Porque, se pudermos compreender isso, teremos respondido a todas as nossas perguntas.

É preciso, portanto, descobrir o que vem a ser aprender. Em primeiro lugar, quero aprender se é possível me libertar do pensamento — e não como utilizar o pensamento. Essa é a próxima pergunta. Mas poderá a mente chegar a ser livre do pensamento? E o que significa essa liberdade? Só conhecemos a ,liberdade de alguma coisa — estar livre do medo, disto ou daquilo, da ansiedade, de uma dúzia de coisas. E existirá uma liberdade que não seja de alguma coisa, mas a liberdade de PER SE, em si mesma? Mas, ao fazer esta pergunta, não dependerá a resposta do pensamento? Ou será a liberdade a não-existência do pensamento? E aprender significa percepção instantânea e, portanto, não requer tempo. Não sei se vocês percebem isso. Por favor, isso é de uma importância fascinante!

Krishnamurti 1 Brockwood Park, 9 de setembro de 1972

16 de julho de 2014

Uma amostra de um modo de vida diferente

A mente adquirida tem um vasto repertório de ilusões

A mente está sempre a contar histórias

Um paradigma feito estrada sem retorno

Observe os pensamentos como se fossem nuvens II

Sobre a importância de ficar com o que é

Sobre as influências da mente adquirida

Video A atenção conduz à aprendizagem


Parte 2

Medo na Consciência


Parte 2

13 de julho de 2014

Pense


11 de maio de 2014

Para que você acorda todos os dias?


Na retomada do Sopro reinstala-se a Consciência que somos



"Ficai solitário, pois. Porque tendes medo de ficar só? Porque vos defrontais com vós mesmo, tal como sois, e descobris que sois vazio, embotado, estúpido, repulsivo, pecador, ansioso — uma entidade insignificante, sem originalidade. Enfrentai o fato; olhai-o e não fujais dele."

Jiddu Krishnamurti

O Que Há de Errado Com a Nossa Cultura? - Alan Watts


Por que será que não parecemos capazes de nos ajustar ao ambiente físico sem o destruir? Por que será que, de certa forma, isso como cultura, representa, de uma forma única, a lei dos retornos decrescentes? Que o nosso sucesso é um fracasso? Que estamos a construir - por outras palavras - uma enorme civilização tecnológica, que parece prometer o cumprimento de todos os desejos quase ao toque de um botão?

Voz: Alan Watts - O Que Há de Errado Com a Nossa Cultura? (Também conhecido como: Sexo O Castigo Prazeroso)
www.alanwatts.org

Música: Ash Ra Tempel - Reunion (Friendship)
http://www.ashra.com

O trote terrível - Vida e música - by Alan Watts


10 de maio de 2014

Você já desistiu, de fato, de representar um papel na sociedade


Libertando se das tóxicas crenças transgeracionais



"Um homem rico de laços terrestres — ou rico de conhecimento e de crenças — conhecerá somente as trevas e será um centro de desordem e de miséria. Somente o homem plenamente consciente está em estado de meditação. Logo que o eu deixe de existir, a eternidade pode assumir sua existência." — Krishnamurti
____________________

"O homem tem vivido na estupidez porque todas as religiões do mundo enfatizam somente uma coisa: a crença. E a crença é um veneno para a inteligência. O novo homem que eu visualizo, não terá nenhum sistema de crenças e não terá nenhuma fé. Ele será um buscador, um investigador, um questionador. Sua vida será uma vida de descobertas tremendas, descobertas no mundo exterior e descobertas no mundo interior... Se o novo homem não nascer, não haverá esperanças para a humanidade." — Osho

Você está, de fato, preparado para a morte?


Temos medo de morrer! Para acabar com o medo da morte nós temos que entrar em contato com ela, não com a imagem que o pensamento criou da morte, mas nós devemos realmente nos sentir neste estado. Caso contrário, não existe o fim deste medo, porque a palavra morte gera o medo, e nós nem sequer queremos falar sobre isso. Estando saudável, normal, com a capacidade raciocinar claramente, de pensar objetivamente, de observar, é possível entrarmos totalmente em contato com este fato? O organismo, pelo uso, pelas doenças, eventualmente morrerá. Se somos saudáveis, devemos compreender o que é a morte. Isso não é um desejo mórbido, porque talvez através da morte, compreenderemos a vida. A vida, como está agora, é uma tortura, um interminável tumulto, uma contradição, e, portanto existe conflito, miséria e confusão. O ir cotidianamente ao escritório, a repetição do prazer com suas dores, a ansiedade, o tatear, a incerteza – isso é o que nós chamamos de vida. Fomos acostumados a esse tipo de viver! Aceitamos, envelhecemos e morremos com nele. Para descobrir o que é viver, bem como para descobrir o que é morrer, é preciso entrar em contato com a morte, ou seja, é preciso terminarmos todos os dias com tudo que é conhecido. É preciso acabar com a imagem que se construiu sobre si mesmo, sobre a família, a cerca de uma relação, a imagem que foi construída através de um prazer, através de uma relação da sociedade, tudo. Isso é o que vai acontecer quando a morte chegar.
Autor: Krishnamurti - O Livro da Vida

Sobre o medo de não corresponder as expectativas alheias


Abrindo o pacote pessoal de condicionamentos



"Temos medo de morrer! Para acabar com o medo da morte nós temos que entrar em contato com ela, não com a imagem que o pensamento criou da morte, mas nós devemos realmente nos sentir neste estado. Caso contrário, não existe o fim deste medo, porque a palavra morte gera o medo, e nós nem sequer queremos falar sobre isso. Estando saudável, normal, com a capacidade raciocinar claramente, de pensar objetivamente, de observar, é possível entrarmos totalmente em contato com este fato? O organismo, pelo uso, pelas doenças, eventualmente morrerá. Se somos saudáveis, devemos compreender o que é a morte. Isso não é um desejo mórbido, porque talvez através da morte, compreenderemos a vida. A vida, como está agora, é uma tortura, um interminável tumulto, uma contradição, e, portanto existe conflito, miséria e confusão. O ir cotidianamente ao escritório, a repetição do prazer com suas dores, a ansiedade, o tatear, a incerteza -- isso é o que nós chamamos de vida. Fomos acostumados a esse tipo de viver! Aceitamos, envelhecemos e morremos com nele. Para descobrir o que é viver, bem como para descobrir o que é morrer, é preciso entrar em contato com a morte, ou seja, é preciso terminarmos todos os dias com tudo que é conhecido. É preciso acabar com a imagem que se construiu sobre si mesmo, sobre a família, a cerca de uma relação, a imagem que foi construída através de um prazer, através de uma relação da sociedade, tudo. Isso é o que vai acontecer quando a morte chegar."

Krishnamurti - O Livro da Vida

Egoconhecimento: benção ou maldição?



"Estamos empenhados em várias atividades, alternadamente - ganhar a vida, criar filhos; ou assumimos certas responsabilidades perante várias organizações; estamos tão cheios de compromissos, de diferentes espécies, que dificilmente encontramos tempo para a reflexão sobre nós mesmos, para observarmos e estudarmos. Assim com efeito, a responsabilidade da reação é nossa, e de mais ninguém. Andar pelo mundo em busca de gurus e de seus sistemas, ler os livros mais recentes sobre esta ou aquela matéria, etc., parece-me completamente vão, completamente fútil. Podemos percorrer toda a Terra, mas teremos de voltar a nós mesmos. E, visto que em geral nos desconhecemos totalmente, é dificílimo começarmos a ver com clareza o processo do nosso pensar, sentir e agir."

Krishnamurti - A Primeira e Última Liberdade - Cultrix

Descondicionando as faculdades da lógica e da razão


"O que diferencia o homem de um animal estúpido não é a racionalidade nem o volume de conhecimentos que detém, mas a nobreza de seus propósitos. A mídia e a parceira psicologia estão dispostas a vender a alma e a se render ao fascínio capitalista, à lógica do lucro a qualquer custo. A questão central não é, e nem nunca foi, se os meios utilizados são lícitos ou ilícitos, mas a maquiavélica suposição de que "os fins justificam os meios". A realidade se resume ao dinheiro, à sede de glória e poder, ao esvaziamento de sentido. O tempo e a contumácia geram o hábito, e o hábito produz a cegueira. A apregoada liberdade capitalista, não devidamente conduzida, levou ao esfacelamento da razão. E ainda há psicólogos escritores que são suficientemente insensatos para tecerem em seus livros comentários irônicos a respeito de conceitos universais da Filosofia, quando a Filosofia aparenta ser a única ciência que ainda não se rendeu ao fascínio capitalista."
— Afonso do Carmo — Guaxupé - MG.

"Hoje, o homem tornou-se tão materialista que ele teme qualquer experiência, exceto a dos sentidos. Ele acredita que somente aquilo que ele pode experimentar por meio dos sentidos é uma experiência verdadeira, e que aquilo que não é experimentado por meio dos sentidos é alguma coisa desequilibrada, alguma coisa que deve ser temida; isso significa penetrar em águas profundas, algo anormal, pelo menos um caminho inexplorado. Com muita freqüência o homem teme cair num transe, ou ter um sentimento que é incomum, e pensa que aqueles que vivenciaram tais coisas são fanáticos que perderam a razão. Mas não é assim. O pensamento pertence à mente, o sentimento, ao coração. Por que alguém deveria acreditar que o pensamento está certo e o sentimento, errado?"
— O CORAÇÃO DO SUFUISMO - Ed. Cultrix — Sufi Hasrat Inayat Khan